
O anúncio foi realizado nesta terça-feira, 1º, pelo presidente Jair Bolsonaro, findando o extenso debate junto ao ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre o valor a ser liberado.
Para dar continuidade ao benefício, foi necessário estudar e buscar uma forma que não causasse um impacto negativo expressivo nas contas públicas do país, tendo em vista que, o auxílio emergencial tem um custo mensal de aproximadamente R$ 50 bilhões para os cofres da União.
Entretanto, para que a medida entre em vigor, ainda será necessário a apreciação pelo Congresso Nacional, considerando a alteração no valor inicial de R$ 600,00.
Sexta parcela paga em setembro
Conforme o último calendário divulgado, os beneficiários do Bolsa Família que já foram contemplados pela quinta parcela, devem receber o sexto pagamento do auxílio emergencial entre o período de 17 a 30 de setembro.
A liberação para este grupo seguirá a mesmo formato, baseado no último dígito do Número de Inscrição Social (NIS).
No que se refere aos demais cidadãos, ainda não se sabe quando o depósito será feito.
Esta não é a primeira prorrogação do benefício.
Isso porque, inicialmente a previsão era para que ele tivesse sido disponibilizado somente nos meses de abril, maio e junho.
Entretanto, uma prorrogação definiu que o auxílio se estendesse até agosto, acrescentando mais duas parcelas.
Do total de beneficiários, 19,2 milhões estão inscritos no Bolsa Família, outros 10,5 milhões no Cadastro Único (CadÚnico), e por fim, 37,5 milhões tiveram as inscrições aprovadas através do site ou aplicativo.
FONTE JORNAL CONTABIL
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