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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Mãe coloca bebê no freezer e sai com amigos para comemorar aniversário


Questionada sobre o que havia no saco a mulher disse que era apenas um "pedaço de carne".

A maldade humana tem ultrapassado todos os limites possíveis, o duro é quando a maldade vem das pessoas que deveriam cuidar e proteger como no caso a seguir, um crime bizarro e cruel cometido pela própria mãe.
O que poderíamos dizer sobre uma mãe que teve a coragem de colocar seu próprio filho, um recém-nascido no freezer de sua casa e depois sair normalmente em companhia do namorado e amigos para se divertir como se nada tivesse acontecido?
O fato ocorreu na cidade de Indaiatuba cidade do interior de São Paulo, os moradores da cidade ficaram horrorizados com as cenas de terror que aconteceram na casa de Jaiane Letícia Sampaio, uma mulher de 30 anos. A mulher não estava em casa no momento que o corpo do bebê foi encontrado pela filha mais velha de 14 anos, a adolescente de não mora com a mãe e foi até a residência da mulher para cuidar das irmãs mais novas, pois a mãe havia saído para comemorar seu aniversário com o namorado e amigos.
A adolescente que estava cuidando das outras crianças foi preparar o almoço para as irmãs quando se deparou com um pacote de lixo no freezer da geladeira, ao manusear o saco plástico, ela se deparou com o corpo de seu irmão congelado. A menina sem acreditar no que estaria vendo correu para a casa do avô que morava ali perto em busca de ajuda, o homem retirou as crianças da casa e a polícia foi chamada. Jaiane, assim que chegou a casa foi questionada sobre o que estaria dentro do saco de lixo e respondeu que era apenas um “pedaço de carne”.
Mas logo depois a mulher acabou confessando que havia escondido a gravidez de todos, ela não queria que ninguém soubesse da gravidez porque não queria mais filhos, ela contou que teve o bebê em casa e que não matou o bebê, ele nasceu morto e por esse motivo ela o colocou no congelador.
A polícia não acredita nesta versão, ao que tudo indica o bebê foi congelado vivo, durante todo o tempo a mulher se mostrou fria e não revelou nenhum traço de arrependimento.
fonte conexão evangelho

Biometria detecta 25 mil títulos de eleitor duplicados

Biometria

Uma única pessoa foi encontrada com 52 documentos; Justiça Eleitoral espera que até 2022 todos os eleitores façam novo cadastramento.

Após o cadastramento biométrico de cerca de 64 milhões de eleitores para a votação por meio de impressões digitais, a Justiça Eleitoral encontrou aproximadamente 25 mil registros de título de eleitor duplicados ou múltiplos, segundo Giuseppe Dutra Janino, secretário da Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “No momento de confrontar as digitais, se percebe que é a mesma pessoa. Muitas vezes, é evidente a intenção de fraude, da falsidade ideológica”, afirmou Janino ao Segundo o responsável pela secretaria, uma única pessoa foi encontrada com 52 títulos de eleitor, em Goiás. “Ele tinha 52 títulos de eleitor, logo 52 identidades, 52 CPFs. Se tem 52 CPFs, poderia retirar 52 benefícios do governo como o Bolsa Família ou o INSS”. O cadastramento de biometria, diz, tem ajudado a encontrar fraudes no sistema documental do País. “Isso mostra a fragilidade documental brasileira e faz um saneamento na identificação, retirando esses cidadãos das práticas criminosas”.
O TSE informou que essas ocorrências serão enviadas ao juiz eleitoral da região do eleitor, para que ele possa avaliar se houve falsidade ideológica. A corte, então, pode determinar o cancelamento dessas inscrições. Além dos casos de falsa identidade, quando uma pessoa se registra com documentos falsos, os títulos múltiplos podem ser causados por duplo cadastramento, quando um eleitor faz a transferência de título e é cadastrado novamente; falso positivo, quando duas pessoas têm coincidência das digitais em um ou dois dedos; e erro de cadastramento durante o processo de registro biométrico. 
O número de eleitores com a biometria cadastrada, até o momento, representa 44% das mais de 146 milhões de pessoas aptas a votar, e o objetivo é alcançar cerca de 80 milhões até o ano que vem. O cadastramento, porém, ainda não é obrigatório em todos os municípios. 
OBJETIVO
Segundo o TSE, a identificação biométrica é necessária para garantir que o eleitor seja único no cadastro eleitoral. “Não há duas digitais no mundo. Evita-se, assim, a possibilidade de uma pessoa se passar por outra no momento da votação”, disse Janino.
O cadastro das biometrias começou em 2008, em um projeto piloto em três municípios do Brasil que, juntos, tinham mais de 40 mil eleitores: Colorado do Oeste (RO), São João Batista (SC) e Fátima do Sul (MS). A Justiça Eleitoral estima que até 2022 todos os eleitores já tenham cadastramento biométrico, porém o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, disse que isso seria possível até 2020.
QUANDO SE CADASTRAR
O calendário para o cadastro é responsabilidade de cada Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que elege a ordem dos municípios onde será feito o cadastramento e faz as divulgações. Para saber dos prazos em seu município, é preciso consultar o tribunal de sua região, o que pode ser feito pelo site.
Além da coleta das digitais, é feita a assinatura eletrônica e uma foto digitalizada. Todo o processo, segundo o TSE, dura cerca de 15 minutos.
Em muitas cidades, como a capital de São Paulo, o cadastramento está na fase ordinária - isto é, não é obrigatório, mas já pode ser feito. A vantagem é evitar filas, por exemplo.
QUEM NÃO SE CADASTRAR
Todos os eleitores, inclusive aqueles que têm voto facultativo (analfabetos, maiores de 16 e menores de 18 anos e os maiores de 70 anos de idade), devem fazer o recadastramento biométrico para manterem seu título regularizado. Aqueles que perderem o prazo em seu município estarão impedidos de votar até que regularizem a situação na Justiça Eleitoral.
O recadastramento é feito pessoalmente nos postos de atendimento de sua Zona Eleitoral. Segundo o TSE, eleitores enfermos podem aguardar seu restabelecimento e a Justiça Eleitoral afirma estar buscando locais com acessibilidade para atender pessoas com necessidades especiais.  
CORREÇÕES
Nas últimas eleições, alguns eleitores não tiveram suas digitais reconhecidas e enfrentaram problemas para votar usando a biometria, o que acabou gerando filas e reclamações. Segundo Janino, o porcentual de não reconhecimento de digitais girou entre 8% e 10% em 2016, ano em que 46 milhões de eleitores possuíam biometria.
Ele diz que a Justiça Eleitoral “aprendeu com as experiências anteriores” e atribui o problema, principalmente, a erro no procedimento - quando o mesário não colocava o dedo corretamente no leitor biométrico - e falhas nos equipamentos. “Pode ter sido erro no cadastro, mas isso é excepcional”, diz o secretário.
Elisa Clavery, O Estado de S.Paulo

Mãe e padrasto ateam fogo em bebê de dois meses em jogam corpo em rio


A mãe do bebê e o companheiro decidiram matar o menino após descobrirem que ele era filho de um relacionamento extraconjugal dela.

Um crime que chocou até os policiais. A Polícia Civil pediu a prisão de um casal suspeito de matar o bebê de dois meses, filho da acusada, atear fogo no corpo e jogar em um rio enrolado numa sacola. O crime aconteceu na última sexta-feira no Pilar, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo as investigações da 60ª DP (Campos Elíseos), a mãe do bebê e o companheiro decidiram matar o menino após descobrirem que ele era filho de um relacionamento extraconjugal dela.

O crime foi cometido no quintal da casa dos acusados e presenciado pela filha da mulher de 8 anos. No dia seguinte, a acusada ainda procurou a 60ª DP (Campos Elíseos) dizendo que haviam sequestrado o bebê quando ela o levava para o Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Caxias. O casal vai responder por homicídio e ocultação de cadáver.

"O que mais me chocou foi a forma fria como ela agiu na delegacia. Durante todo o tempo ela, sentada e calma, negou o crime. E, mesmo depois de apresentarmos a versão do marido (segundo a polícia, ele confessou o crime), ela disse que encontrou a criança morta", contou o delegado.

A farsa foi descoberta pelos policiais da 60ª DP (Campos Elíseos) que desconfiaram da história porque a mulher só procurou a polícia no dia seguinte ao suposto sequestro. Ainda de acordo com as investigações, ela insistia em ter uma cópia do registro de ocorrência e não aparentava preocupação com o paradeiro da criança.

Suspeitando das declarações da mãe do bebê, na última segunda-feira, a polícia intimou o casal a depor. Segundo o delegado-titular da 60ª DP, Julio Filho, o acusado acabou confessando o crime. De acordo com Julio, ele disse que não matou a criança, e que ajudou atear fogo no corpo e a joga-lo no rio. Ele disse ainda que se negou a comprar um berço para a criança porque ela não era seu filho e por isso o bebê dormia em uma banheira. Já a mulher, negou a história e ainda tentou justificar a crueldade alegando que o companheiro tem problemas mentais quando disseram que ele havia revelado a verdadeira história.

Após o interrogatório, a polícia fez diligências na casa do casal e encontraram nos fundos da residência vestígios de material queimado apontado pelo acusado como local do crime e confirmado pela enteada dele, a filha da acusada de 8 anos. O Corpo de Bombeiros foi chamado e conseguiram encontrar no rio a sacola, que estava aberta e vazia.

A mãe da mulher e os filhos foram ouvidos. A filha contou que a mãe maltratava o pequeno de dois meses após descobrir que ele não era o filho do seu atual companheiro. A garota disse também que a mãe é agressiva com ela e os irmãos, que bate neles com vara e que os deixa em casa sozinhos e com fome. A menina contou ainda que o padrasto também batia no irmão e que a mãe saía e deixava o bebê sob os cuidados dela. 
fonte ovigilante

Iniciada a 2ª fase do eSocial para empresas com faturamento até R$ 78 milhões


Entidades empresariais do 2º grupo devem transmitir seus eventos não periódicos. Micro e pequenas empresas não optantes pelo simples poderão enviar suas tabelas e eventos não periódicos em janeiro/2019, juntamente com a folha de pagamento.
 Micro e pequenas empresas não optantes pelo Simples Nacional
Conforme Nota Orientativa nº 2018.007, publicada em 09/10/2018, as micro e pequenas empresas não optantes pelo Simples Nacional poderão enviar seus eventos de tabelas e eventos não-periódicos de forma cumulativa com os eventos periódicos, no prazo previsto para estes últimos, qual seja, 10 de janeiro de 2019.
 Veja abaixo detalhes do cronograma do eSocial, que foi atualizado pela Resolução CDES nº 05publicada na última sexta-feira (5/10):

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Diarista pode garantir direitos previdenciários como MEI

Foto: Reprodução
O Brasil tem aproximadamente 2.5 milhões de diaristas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas a grande maioria ainda está desprotegida pela Previdência Social. Segundo estimativas, apenas 800 mil pagam contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e a maioria como contribuinte individual, categoria cuja alíquota é de 11% sobre o salário mínimo federal. O cenário, porém, poderia ser bem diferente: desde 2015, essas profissionais têm outra opção para garantir seus direitos, fazendo o cadastro como microempreendedoras individuais (MEIs).
— A diarista é uma trabalhadora autônoma. Pela lei, se ela trabalha até duas vezes por semana, o favorecido pelos serviços não têm que assinar sua carteira, pois ela não é uma empregada. Claro que tem direito à Previdência, mas precisa ser contribuinte — explica o presidente da ONG Doméstica Legal, Mario Avelino: — Desde 2015, as diaristas podem ser cadastradas como MEIs, cuja alíquota cai pela metade em relação à de contribuintes individuais, com os mesmos direitos, como aposentadoria por idade e invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade. E a mudança na forma de contribuição é gratuita.
A alíquota mensal para microempreendedores individuais é de 5,5%. Ao lado, o EXTRA exemplifica quanto a diarista investe em cada forma de contribuição (e no caso de ser contribuinte autônoma, que pode se aposentar por tempo de contribuição e aumentar sua aposentadoria, pagando já parcelas referentes a mais do que um salário mínimo).
A saída para economizar não é muito conhecida ainda.
— Falta de divulgação. Se essas mulheres todas mudarem para a alíquota de 5,5%, a Previdência Social vai receber pela metade. Então, na minha opinião, o governo não divulga a possibilidade . É o primeiro a boicotar esse processo — diz Mário Avelino, que lançou a campanha “Dois milhões de diaristas seguradas pela Previdência Social como MEI”, por meio da ONG.


A entidade tem também um site (www.diaristalegal.com.br) com o serviço gratuito de como se cadastrar como microempreendedora individual e esclarece direitos e deveres da categoria e de seus contratantes em todo o país.


fonte 94fm dourados