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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Greve dos caminhoneiros "zera" estoque de gás de cozinha em Dourados



O cenário da greve dos caminhoneiros reflete em escassez de gás de cozinha em Dourados. As distribuidoras dispensam clientes por falta de botijões do tipo 13 quilos no estoque.
Dourados News entrou em contato com as principais revendas de gás da cidade. Uma delas afirmou que desde ontem (24) pela manhã já havia esgotado os botijões disponíveis. 
“A maioria dos clientes solicitaram recarga por prevenção, temendo ficar sem gás em casa” afirmou a atendente.
Na manhã desta sexta-feira (25), quarto dia de mobilização em Dourados, a equipe de reportagem esteve no acampamento montado pelos caminhoneiros no Trevo da Bandeira, na BR-163, e identificou um veículo carregado com dezenas de botijões estacionado no local. 
Mesmo com acordo divulgado pelo Governo Federal, os manifestantes continuam bloqueado as rodovias pelo País.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) não identificou mudanças em nenhum dos pontos de mobilização espalhados pelo Brasil. 
douradosnews

Greve afeta mercados, transporte e suspende aulas na UEMS e UFGD

Desasbatecimento em mercados de Dourados é consequência da crise que levou ao protesto de caminhoneiros
foto - Hedio Fazan

Nos mercados já começa a faltar produtos nas prateleiras dos mercados, como os perecíveis, aqueles com curto prazo de validade é que precisam ser repostos semanalmente.

Além da escassez no combustível, a greve dos caminhoneiros também tem gerado falta de alimentos, dificuldade nos transporte coletivo e como consequencia suspensão de aulas em algumas universidades de Dourados.
Nos mercados já começa a faltar produtos nas prateleiras dos mercados, como os perecíveis, aqueles com curto prazo de validade é que precisam ser repostos semanalmente.
Num dos supermercados, no centro da cidade, a escassez já é visível. Setor de iogurte e bebida láctea já está em falta. Isso porque as mercadorias vem de outros estados. Também já está em falta alguns cortes de carne, já que o mercado é abastecido por frigoríficos de Nova Andradina e de Amambai, que não conseguem fazer entrega.
O mais preocupante, segundo o empresário Alessandro Daniel Dutra, é que não há previsão de repor esses produtos. O supermercado só tem farinha de trigo para preparar pão francês hoje e amanhã. No setor de hortifruti, a batata é o que mais teve aumento, de 50% e já custa R$ 5,19 o quilo. Os demais estão com preços normalizados, mas não se sabe até quando durará o estoque.
Isso está fazendo refletir no cardápio de restaurantes. No Máximos, localizado no centro da cidade, a direção já fez reunião com a equipe da cozinha para estudar um cardápio de acordo com a entrega de mercadoria. Se o protesto continuar até o final de semana, é certo que faltará carne, legumes e verduras.
Ônibus
Até domingo, a Viação Dourados opera normalmente com o transporte público nas ruas da cidade, com exceção de alguns distritos que terão horários reduzidos. Na linha da Cidade Universitária, poderá ocorrer de faltar transporte em algum horário. Isso porque, manifesto de caminhoneiros no anel viário liberava ontem a passagem a cada 40 minutos.
De acordo com o gerente da empresa, Marcelo Saccol, hoje será definido como a Viação Dourados trabalhará a partir de segunda, já que ele não vê possibilidade de receber mais combustível. Com isso, segundo ele, poderá ter racionamento de horários em todas as linhas a partir de segunda ou terça. Em Campo Grande, a circulação de ônibus começam a ser reduzidas a partir de hoje.
Aulas
A Universidade Federal da Grande Dourados UFGD também anunciou a suspensão das atividades acadêmicas entre hoje e amanhã.
No momento oportuno, a Universidade divulgará alterações no Calendário Acadêmico. A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) em Dourados, também suspendeu as aulas ontem.
douradosagora

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Brasileiro precisa trabalhar três dias para encher o tanque do carro

Arte/R7
Com combustível custando R$ 4,28 o litro, abastecer o veículo pode consumir quase 10% do salário médio da população, que é de R$ 2.169,00

Com a gasolina mais cara, os brasileiros estão consumindo uma fatia maior do salário para abastecer o carro. Levando em conta o rendimento médio do trabalhador, de R$ 2.169 no primeiro trimestre, é possível calcular que se gastam o equivalente a três dias de trabalho para encher um tanque de 50 litros.
O custo médio da gasolina segundo o último levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) era de R$ 4,284. Pagando esse valor, o tanque cheio sai por R$ 214,20: 9,87% do salário médio do trabalhador, de acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).
Vale destacar que a gasolina brasileira não está entre as mais caras do mundo. O litro custa hoje em torno de US$ 1,17, enquanto no Chile, por exemplo, sai por US$ 1,28 (R$ 4,53). Em Portugal, custa US$ 1,86 (R$ 6,34), segundo dados da plataforma Global Petrol Prices (veja gráfico abaixo).
A diferença é que nesses países a renda média do trabalhador é superior à brasileira. No Chile, o rendimento mensal gira em torno de R$ 4.750. Usando a mesma conta, os chilenos precisam trabalhar 1,5 dia para encher o tanque.
A Noruega tem uma das gasolinas mais caras do mundo (em torno de R$ 7,09 o litro), mas isso não significa que os cidadãos daquele país tenham dificuldade na hora de abastecer o carro, apesar de possuir o maior percentual do mundo de veículos elétricos em sua frota. O salário médio do norueguês é de R$ 20.018, o que faz com que ele tenha que trabalhar 1,8 dia para completar o tanque do carro.
"Quando você não tem ganhos de renda reais e crescimento econômico com reflexo na renda, como é o caso do Brasil, e existe algum tipo de descolamento em relação a produtos com preço determinado internacionalmente, ocorre essa distorção que estamos vendo. Ou seja, se houvesse geração de renda, esse problema poderia até existir, mas seria melhor equalizado", explica o professor de economia do Ibmec/SP Walter Franco.
Um levantamento recente da agência de notícias econômicas Bloomberg mostra que o Brasil é o 11º país do mundo com maior custo para adquirir gasolina se for considerada a renda média. Os brasileiros gastam 4,62% do salário de um dia para comprar um litro de gasolina.
Na França, onde o litro custa o equivalente a R$ 6,31, o trabalhador gasta 1,5% do salário de um dia por litro.
"A renda per capita do Brasil, além de ser baixa é muito mal distribuída. [...] Na Europa, a gasolina é mais cara que no Brasil e as pessoas não reclamam, porque elas têm uma renda maior e há alternativas ao transporte particular, que incentivam o uso do transporte público", explica o professor e economista Fernando Botelho, da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo).
Política de preços
Em outubro de 2016, a Petrobras adotou uma nova forma de precificar a gasolina e o diesel que saem das refinarias, acompanhando mensalmente a variação do barril de petróleo no mercado internacional e o dólar. Desde junho do ano passado, a empresa passou a fazer os reajustes com mais frequência, até diariamente.
No mês em que começou a vigorar a nova regra, o preço médio da gasolina no país estava em R$ 3,55, enquanto o dólar era cotado a R$ 3,25 e o barril de petróleo no mercado internacional a US$ 49,95.
Passado quase um ano, a gasolina passou para R$ 4,28 (alta de 20,5%), o dólar está em R$ 3,64 e o barril de petróleo custa US$ 80,21 (alta de 47,4%).
Os EUA têm uma política de preços similar à brasileira, mas não sofrem com variação cambial porque o barril de petróleo é negociado em dólar.
Há um ano, o galão de gasolina (3,785 litros) era vendido a US$ 2,448, em média. Em abril, fechou em US$ 2,795: alta de 14,1%. O preço já é o mais alto desde julho de 2015, segundo dados da Secretaria de Estatísticas Trabalhistas dos Estados Unidos.
O presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirmou nesta terça-feira (22) que a forma de precificar a gasolina e o diesel continuará a mesma porque as altas se devem a "fatores externos" e "a empresa tem obrigação de refletir isso".
Por outro lado, o governo tenta conter a pressão cambial das últimas semanas, com o Banco Central atuando diariamente no mercado, o que já gerou uma queda sensível da moeda norte-americana.
Como consequência, na manhã de terça, a Petrobras anunciou redução no preço da gasolina nas refinarias a partir desta quarta-feira (23).
Para o professor Botelho, da FEA-USP, a política de preços da Petrobras é "muito transparente". No entanto, ele acha que a empresa poderia ter espaçado os reajustes para evitar que as altas do câmbio e do barril de petróleo chegassem tão rápido à população.
"Não se trata de represar preços, porque isso já causou muitos prejuízos à Petrobras no passado, mas apenas de não fazer diariamente as revisões".
No entanto, ele diz que, "infelizmente", o consumidor deverá arcar com esse custo adicional da gasolina. "Senão, a conta vai sobrar para o governo e aí todos pagarão indiretamente".

No fim da tarde de terça-feira, o presidente da Câmara dos Deputados anunciou que o governo cortará um dos impostos dos combustíveis, a Cide, e usará parte do dinheiro das reoperações da folha de pagamento para reduzir os efeitos da alta do diesel.
por:R7

















segunda-feira, 21 de maio de 2018

Pedidos de aposentadoria por telefone e internet começam hoje


aposentadoria por idade urbanos. Agora, o segurado deverá acessar o Meu INSS ou ligar para o 135 e, em vez de agendar uma data para ser atendido, receberá direto o número do protocolo de requerimento, eliminando a etapa do agendamento.
Antes, o segurado precisava agendar uma ida ao INSS para levar documentos e formalizar o pedido. Com o novo modelo, ao fazer o pedido, o cidadão acompanha o andamento pelo Meu INSS ou pelo telefone 135 e, somente se necessário, será chamado à agência.
Nos casos em que as informações previdenciárias necessárias para o reconhecimento do direito já constarem nos sistemas do INSS, será possível então a concessão automática do benefício, isto é, a distância.
Segundo o INSS, com a mudança, não haverá mais falta de vaga e, caso precise ir a uma agência para apresentar algum documento, o cidadão terá a garantia de ser atendido perto da residência. O instituto diz ainda que a mudança representa o fim do tempo de espera para ser atendido.
Atualmente, o Meu INSS tem mais de 7 milhões de usuários cadastrados e é acessível pelo computador ou celular. O sistema, que está sendo aprimorado, conta com um canal que permite ao cidadão acompanhar o andamento do seu pedido sem sair de casa, consultar extratos e ter acesso a outros serviços do INSS.
O instituto vai ampliar cada vez mais a lista de serviços agendáveis. A partir do dia 24, serviços que antes eram prestados somente no atendimento espontâneo serão realizados com dia e horário marcados, bastando fazer seu agendamento pelo Meu INSS ou o telefone 135.
Veja a lista dos serviços que passarão a ser agendáveis:
Alterar meio de pagamento
Atualizar dados cadastrais do beneficiário
Atualizar dados do Imposto de Renda – Atualização de dependentes
Atualizar dados do Imposto de Renda – Declaração de Saída Definitiva do País
Atualizar dados do Imposto de Renda – Retificação de Dirf
Cadastrar Declaração de Cárcere
Cadastrar ou atualizar dependentes para salário-família
Cadastrar ou renovar procuração
Cadastrar ou renovar representante legal
Desbloqueio do benefício para empréstimo
Desistir de aposentadoria
Emitir Certidão de Inexistência de Dependentes Habilitados
Pensão por morte
Emitir Certidão para Saque de PIS/Pasep/FGTS
Reativar benefício
Reativar benefício assistencial à pessoa com deficiência, suspenso por inclusão no mercado de trabalho
Renunciar a cota de Pensão por Morte ou Auxílio-Reclusão
Solicitar Pagamento de Benefício não Recebido
Solicitar valor não recebido até a data do óbito do beneficiário
Suspender benefício assistencial à pessoa com deficiência para inclusão no mercado de trabalho
Transferir benefício para outra agência.
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