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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Governo reduz para R$ 965,00 previsão do valor do salário mínimo em 2018

Foto: Itaci Batista/13.10.2012/Estadão Conteúdo
Foto: Itaci Batista/13.10.2012/Estadão Conteúdo
O governo Temer reduziu de r$: 969,00 para R$ 965,00 a previsão do valor do salário mínimo para 2018. O anúncio foi feito ontem (30) pelo Ministério do Planejamento, durante a apresentação de mensagem modificada da proposta de orçamento.
O valor definitivo do salário, porém, será fixado apenas em janeiro conforme manda a lei. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 937.
"Esse não é o valor que está sendo definido, mas uma projeção para fins orçamentários. O valor será fixado apenas em janeiro, como determina a lei, com a publicação de um decreto. É uma estimativa com base na estimativa da inflação", explicou o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira.
De acordo com mandatário da pasta, o valor menor ocorre devido a redução da previsão do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).
Esta é a segunda vez no ano que o governo reduz a previsão do salário mínimo para o ano que vem. Em agosto, a gestão do peemedebista já havia recuado do valor de R$ 979 para 2018 prometido na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para o valor de R$ 969. 
Por lei, até 2019, o salário mínimo é definido com base no crescimento da economia de dois anos antes mais a inflação pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), índice próximo ao IPCA. Como o PIB recuou 3,6% em 2016, a variação negativa não se refletirá no salário mínimo de 2018.
Crescimento da economia
Na mensagem modificativa do PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2018, que será enviada ao Congresso Nacional, o governo mantém a previsão de crescimento de 2% do PIB para 2018 e uma inflação oficial pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 4,2%.
Já a estimativa do INPC, teve uma leve modificação em relação à proposta orçamentária em tramitação no Congresso, de 4,2%, para 4,3%.
No documento que será enviado ao Congresso, o governo reduz a previsão de taxa Selic para o próximo ao de 8% ao ano para 7,25%.
O governo está enviando ao Congresso a mensagem modificativa porque a peça orçamentária enviada em 31 de agosto não considerou a revisão da meta de déficit fiscal para o ano que vem e a redução das despesas.
fonte 94fm dourados

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Investidores miram usina São Fernando

Investidores miram usina São Fernando
A derrocada de uma parte das usinas sucroalcooleiras do Centro-Sul do país nos últimos anos não é uma má notícia para todo mundo. A cada pedido de recuperação judicial ou falência decretada, uma oportunidade de negócio é criada, e já há especialistas nesse "mercado". É o caso de um grupo de investidores capitaneado pelo economista Winston Fritsch, que já tem centrado foco em empresas que estão protegidas na Justiça contra credores e que, agora, aposta suas fichas na aquisição da massa falida da Usina São Fernando, que pertencia aos filhos de José Carlos Bumlai, implicado na Lava-Jato.
Junto com Fritsch, que depois de se notabilizar por integrar a equipe que criou o Plano Real ingressou no mercado financeiro, estão também Rodrigo Aguiar, que presidiu a Tonon Bioenergia e trabalhou em bancos, e Paulo Vasconcellos, também do mercado financeiro e fundador da Energias Renováveis do Brasil. Outros investidores com familiaridade com a área de commodities também demonstraram interesse em integrar o grupo.
Há duas semanas, o trio propôs, por meio do veículo de investimento Pedra Angular, adquirir a São Fernando, em Dourados (MS), por R$ 890 milhões. O valor seria pago em 20 anos. A proposta foi apresentada à Justiça após o leilão da usina fracassar por falta de lances. A Pedra Angular pretende financiar "parte relevante" da aquisição com capital próprio dos investidores, afirmou Aguiar em entrevista ao Valor. Se a oferta da Pedra Angular for aceita, o executivo presidirá a São Fernando.
Essa não é a primeira tentativa do grupo de sócios de adquirir uma usina em dificuldade. Em agosto, eles se habilitaram para participar do leilão da usina Revati, em Brejo Alegre (SP), da indiana Renuka do Brasil, que está em recuperação judicial. No entanto, o grupo não chegou a elaborar uma proposta, já que o leilão foi suspenso após recurso do BNDES.
"Temos olhado para várias oportunidades e sempre acompanhamos a Usina São Fernando. Com a falência, vimos uma oportunidade", afirmou Aguiar. No caso da Usina Revati, o trio ainda avalia a possibilidade de participar da disputa caso seja marcado um novo leilão. Aguiar e seus sócios estão envolvidos em outras quatro negociações de usinas em situação semelhante.
A proposta desenhada para a Usina São Fernando prevê um montante que atenda a todos os credores, mesmo considerando a perda de valor dos pagamentos ao longo do tempo, disse Aguiar. Seriam pagos R$ 28 milhões anuais até o quinto ano e 15 parcelas de R$ 50 milhões do sexto ano em diante.
Considerado o valor nominal de R$ 890 milhões, o múltiplo da transação seria de quase R$ 200 por tonelada de cana de capacidade instalada (a usina tem capacidade para processar 4,5 milhões de toneladas por safra). Porém, o valor presente da oferta deve ficar bem abaixo de R$ 450 milhões (R$ 100 por tonelada), conforme cálculos de fonte ligada ao setor. Para efeito de comparação, a aquisição de duas usinas da Tonon pela Raízen Energia saiu por R$ 144,40 a tonelada, e a da Unialco pela Glencore, por R$ 133,50 a tonelada, conforme levantamento da Pantalica Partners.
Além do valor para a aquisição, a Pedra Angular também calcula que terá que desembolsar R$ 200 milhões para investir no plantio e em máquinas agrícolas. Atualmente, a fazenda da São Fernando possui uma área com 1,3 milhão de toneladas de cana, além de contratos com fornecedores que lhe garantem mais 700 mil toneladas. Já a estrutura industrial, cujo mix de produção entre açúcar e etanol é considerado flexível, não precisaria de aportes.
O retorno pode vir rápido. Aguiar estimou que a usina possa gerar receita de R$ 250 milhões no primeiro ano e tenha potencial para faturar mais de R$ 500 milhões. Pesa a favor do negócio a cogeração, que diante dos preços atuais de energia geraria R$ 80 milhões, de acordo com ele.
O grupo quer que a oferta seja aceita o mais rápido possível pela Justiça para ter tempo para preparar a unidade para a próxima safra, que começa oficialmente em abril. Mas o juiz também tem a opção de convocar um novo leilão, como quer o BNDES, agora se dispõe a financiar aportes de interessado.
Fonte: Valor Econômico

Casa do Trabalhador de Dourados é reinaugurada

Foto: Edemir Rodrigues

Cumprindo o compromisso de prestar bons serviços ao trabalhador de Dourados, que teve o atendimento interrompido temporariamente devido a dificuldades apresentadas pela administração municipal para ceder servidores conforme previsto em convênio, a Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab-MS) restabeleceu, de forma plena, os trabalhos no município.
O atendimento normal começou na quinta-feira (26.10), com uma solenidade que marcou a reinauguração da Casa do Trabalhador que, a partir de então, voltou às atividades das 7h30 às 13h30 diariamente. O evento contou com presença dos diretores da Funtrab, Wilton Acosta (presidente) e Anivaldo Cardozo (executivo), autoridades e convidados locais com destaque para o chefe do escritório de representação do Governo do Estado na região Valdenir Machado, vereadores, chefes de autarquias além de representantes religiosos e coordenadores da Fundação.
Para Acosta, se trata de uma vitória da administração estadual "por intermédio da Funtrab que, não medindo esforços, conseguiu reaparelhar a Casa do Trabalhador e, assim, voltar dentro do tempo previsto, prestar os serviços dos quais a população douradense necessita". O diretor-presidente fez questão de afirmar que os problemas vividos são coisa do passado e o importante é que a Fundação readquiriu condições de atender com qualidade.
Devido à suspensão dos trabalhos, a direção da Funtrab entendeu a necessidade de implantar o atendimento mesmo que fosse de forma emergencial, para isso, deslocou parte da equipe de Campo Grande para prestar serviços por dois dias, por semana, até a regularização das atividades.
Com isso, houve condições de minimizar a demanda represada no que tange às necessidades apresentadas pelo trabalhador. Os números registrados no período de agosto a outubro demonstram ter sido acertada a medida emergencial. Foram cerca de cinco mil atendimentos.
fonte folha de dourados