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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Brasil pode ficar sem horário de verão pela primeira vez em 32 anos



Medida para economizar energia é adotada desde 1985

A Casa Civil da Presidência da República está avaliando se vale a pena adotar o horário de verão este ano. Caso não seja adotado, essa é a primeira vez em 32 anos que o brasileiro ficará sem adiantar os relógios em uma hora no período de maior incidência solar.
As informações são da Folha de São Paulo. Desde 1931, o verão do Brasil passa por alterações nos relógios por causa do horário de verão. Mas só desde 1985 é que a medida vem sendo adotada ininterruptamente.
O motivo para a possibilidade de suspender o horário de verão é a baixa economia que a medida vem apresentando. Entre 2016 e 2017, a economia foi de R$ 159,5 milhões, abaixo do verão anterior, de 2015 e 2016, em que foram economizados R$ 162 milhões.
A economia é gerada, supostamente, pelo maior uso da iluminação solar nesse período. Apenas os Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste participam do programa. Norte e Nordeste não alteram os relógios no período.
Mas a economia vem sendo diminuída, uma vez que os aparelhos de ar condicionado estão cada vez mais sendo utilizados nas tardes do verão brasileiro. Aí não adianta poupar com menos lâmpadas ligadas no horário da noite.
















INSS: 46 mil benefícios de auxílio-doença poderão ser reativados

Segurados devem agendar a perícia pelo 135 para ter a reativação do benefício Foto: Guito Moreto / Agência O Globo

A Previdência Social poderá reativar o pagamento de 46.330 auxílios-doença cortados em todo o país, cujos beneficiários não passaram por perícias de revisão - no chamado pente-fino do INSS -, mesmo após serem convocados pelo órgão por meio do Diário Oficial da União (DOU). Para isso, porém, os segurados terão que ligar para a central telefônica 135 a fim de agendar seus exames, de acordo com a Advocacia-Geral da União.
Segundo informações da AGU, "mesmo que o segurado não consiga imediatamente uma data disponível para perícia, seu benefício já será reativado". A decisão visa a cumprir uma determinação judicial decorrente de uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública da União (DPU), exigindo que o INSS reestabelecesse os benefícios de quem não fez o agendamento da perícia no prazo estipulado pelo órgão.
No começo de agosto, o INSS convocou, pelo Diário Oficial, 55.152 segurados que não tinham sido encontrados por meio de cartas. Eles tinham que se submeter a perícias para atestar a capacidade laboral e a necessidade de manutenção de seus auxílios. Para o INSS, o prazo para agendar os exames terminou no dia 21 do mês passado. Quem não marcou a perícia teve o benefício cancelado.
Falha na comunicação
No documento preparado pela DPU, defensores argumentaram que o restabelecimento do auxílio é um direito do segurado, já que a comunicação entre o INSS e o convocado para o pente-fino é falha e insuficiente, o que evidencia os problemas de uma convocação em massa. A Defensoria apontou ainda "que não foram tomadas garantias suficientes para que o conteúdo do edital fosse, de fato, levado a conhecimento dos segurados".
Revisão vai até 2018
As convocações para a realização de perícias médicas são feitas desde 2016 com o objetivo de reduzir os gastos com a folha de pagamento do INSS. Até agora, o pente-fino nos benefícios por incapacidade pagos pela Previdência Social gerou uma economia de R$ 2,7 bilhões aos cofres públicos, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), e a estimativa é que a economia chegue a R$ 10 bilhões, até o fim de 2018.
fonte 94fmdourados